Case

Plano técnico para reduzir paradas em manutenção industrial.

Atuação em um cenário industrial com falhas recorrentes em equipamentos críticos, custo elevado de parada e dificuldade para priorizar intervenções. O trabalho estruturou uma base clara para decidir antes da falha e agir com mais critério na manutenção.

01

Critérios técnicos para priorização de componentes críticos

02

Documentação de apoio para manutenção preventiva e substituição

03

Redução de 60% nas paradas não programadas no ciclo analisado

Premissa

Contexto antes da solução

A demanda é organizada em condições de contorno, restrições, objetivo técnico e nível de documentação necessário.

Critério

Método aplicável ao risco

O trabalho conecta cálculo, projeto, documentação ou auditoria conforme o que precisa ser validado.

Evidência

Saída pronta para decisão

A entrega final precisa apoiar aprovação, fabricação, contratação, adequação ou registro técnico.

Leitura técnica

Critério antes da execução.

Contexto e restrição técnica

A operação convivia com falhas recorrentes em ativos relevantes para a continuidade do processo, mas a tomada de decisão dependia de histórico informal, percepção de campo e respostas pontuais. Isso criava ruído na priorização e dificultava justificar tecnicamente intervenções com antecedência.

O desafio não era apenas corrigir uma falha específica, mas organizar um plano técnico que ajudasse a identificar criticidade, sustentar decisões de manutenção e reduzir exposição a paradas não programadas.

Critério aplicado

A TASO estruturou análise técnica, critérios de dimensionamento e documentação de apoio para orientar manutenção preventiva e decisões de substituição. O foco foi consolidar premissas e transformar leitura técnica em material utilizável pela equipe de manutenção.

A entrega conectou criticidade, condição operacional, recomendações de intervenção e rastreabilidade mínima para que as decisões deixassem de depender apenas de percepção informal.

Resultado e evidência

A operação passou a contar com um plano mais claro para priorizar intervenções e acompanhar a saúde dos componentes críticos. No primeiro ciclo analisado, houve redução de 60% nas paradas não programadas.

Além do resultado operacional, o cliente ganhou uma base documental mais forte para justificar manutenção preventiva, compras técnicas e substituições planejadas.

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